quarta-feira, 29 de junho de 2016

Inscrições para o Concurso de desenho da Turma do Gabi seguem até dia 30 de Agosto.


Dezenas de desenhos com o Tema Olimpíadas já chegaram de escolas de Indaiatuba e de cidades como: Pirajuí (SP), Teixeira de Freitas (BA), Olinda (PE), Criciúma (SC) e Maringá (PR).

As inscrições seguem até o dia 30 de Agosto e os participantes de outras cidades devem enviar os trabalhos pelo correio até essa data.

O endereço para o envio dos desenhos é:
Rua Eliza Ghirotti, 332, Bairro Monte Verde, CEP. 13348-872, Indaiatuba, SP
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O Regulamento, Ficha de inscrição e maiores informações se encontram no site: www.turmadogabi.com.br.

O concurso é realizado pelo Estúdio EMT e conta com o Apoio do Colégio Episteme e Secretaria de Cultura de Indaiatuba.

Outras informações: (19) 98157-3786

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Samira, a minhoca de sorte, ganha duas novas aventuras neste mês - Editora Adonis - Americana - SP


Escritos pela carioca Vera Seleto contos marcam encerramento da saga

A minhoca que quase já virou isca para peixe, se aventurou pelo Parque Ecológico e até mesmo conheceu um borboletário, passa agora por novas peripécias nas duas novas publicações da Adonis neste mês. Samira e o siri apaixonado e Samira encontra Samir têm lançamento no dia 26 de junho, domingo, às 10h30, no quiosque Gostinho de Leitura, que fica no Parque Ecológico Municipal de Americana, com sessão de autógrafos e distribuição de pipocas.
Nas duas novas histórias, a carioca Vera Lúcia Seleto divide com o leitor mais curiosidades sobre o anelídeo mais famoso entre os animais, a minhoquinha Samira. Em Samira e o siri apaixonado a escritora divide autoria com uma de suas netas, Milena, de 17 anos, e decide levar a minhoca para a praia, onde ela foi sequestrada por um siri. “A parceria com a Milena surgiu por conta dela sempre se sobressair nas redações da escola e escrever histórias criativas em casa. Pedi ajuda para ela e criamos um clima de suspense para essa história da Samira”, explica Vera.
Já na obra Samira encontra Samir, último livro da saga publicada pela Editora Adonis desde 2005, Vera decidiu levar a minhoquinha ao shopping e encontrar um parceiro para viverem seguros, juntos, em um canteiro, encerrando assim um ciclo de 5 publicações e, é claro, como não poderia ser diferente, homenageando o responsável pela criação de todas essas histórias. “A ideia de escrever um livro sobre minhoca se deu em 1980, quando meu aluno na época, o Samir, com 4 anos de idade, trouxe um vidro com uma minhoca que havia caído de um vaso de planta de sua casa. Procurei na estante da sala de aula e na biblioteca, não encontramos nenhuma história de minhoca. Foi aí que surgiu a oportunidade de contar uma história e, ainda, homenagear esse meu aluno com o nome da personagem principal, Samira”, conta a escritora, que atuou por anos na rede estadual de ensino do Rio de Janeiro e na rede municipal de Americana.
Samira e o siri apaixonado e Samira encontra Samir se unem agora aos já publicados Samira, a minhoca de sorte (2005), Samira vai ao Parque Ecológico (2007) e Samira vai ao borboletário (2013), livros que entrelaçam informações sobre o universo das minhocas ao enredo. “Queria que a coleção da Samira trabalhasse com o público infantil as várias etapas da história. A minhoca é um anelídeo e para a natureza ele é muito importante. Com esses dois novos livros, consegui realizar um sonho de mais de 30 anos e trazer para o publico infantil uma coleção que contando a história de uma minhoquinha consegue trabalhar com suavidade o valor desse anelídeo para a natureza, e assim levar ao leitor conhecimento”, conclui a escritora.
Durante o lançamento, no próximo domingo, Vera e Milena Seleto partilham a história com o público do Leitura com Pipoca e ficarão disponíveis para autógrafos e fotos. Sorteio de exemplares das obras e distribuição gratuita de pipoca fazem parte da programação do lançamento, que acontece durante o tradicional projeto Leitura com Pipoca.
Lançamento Samira e o siri apaixonado e Samira encontra Samir
Dia 26 de junho, às 10h30, no quiosque Gostinho de Leitura (durante o projeto Leitura com Pipoca)
Av. Brasil, 2525 – Zoo de Americana.
EMT - Divulgação

sábado, 18 de junho de 2016

Exposição "Arte em Cartaz" - Colégio Escala - Indaiatuba - SP.


Diretora do Colégio Maria Rosângela Silva e o cartunista e 
escritor Moacir Torres.

Aconteceu no último dia 18 de Junho das 10 as 11.30 no Bosque do Parque Ecológico, a Exposição "Arte em Cartaz" com trabalhos feitos pelos alunos do ensino fundamental (1º ao 5º). Os professores usaram como referência para os trabalhos artistas como: Miró, Salvador Dalí, Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi e muitos outros. Parabéns aos professores e aos alunos pela bela exposição.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Diversidade no universo das mães é tema do novo livro da Adonis


As mães nunca são iguais, de Raquel Prestes, tem lançamento no quiosque Gostinho de Leitura neste domingo

Tem mãe baixa, mãe alta; mãe de cabelo enrolado, de cabelo liso; mãe brava, mãe boazinha, mãe do coração; mãe que gosta de contar histórias e àquelas que gostam de assistir novela. As mães são muito diferentes, mas todas têm algo em comum. Toda essa diversidade presente no universo das mães é apresentada na obra As mães nunca são iguais, de Raquel Prestes. O lançamento acontece no quiosque Gostinho de Leitura, que fica instalado dentro do Zoo de Americana, dia 19 de junho, às 10h.
A obra As mães nunca são iguais chega para apresentar ao leitor a infinidade de características presentes no mundo das mães e destacar a característica comum a todas elas, o amor pelos filhos. “Escrevi esse livro para que as crianças pudessem conhecer e perceber essa diferença tão presente no universo das mães, para que não haja comparativos. Esse livro vem para mostrar que mãe é aquela figura que dá amor e carinho para seus filhos independente da forma como se veste, como se arruma, seus gostos, sua altura, etc.”, explica Raquel.
Raquel, que também é coordenadora pedagógica de educação infantil no município de Tatuí/SP, convive diariamente com diversos tipos de mãe e viu crescer uma realidade comum nos dias de hoje; a criança que, por diferentes motivos, não têm a mãe por perto.“ Fiz uma história que englobasse essa diversidade, seja ela no comportamento ou na aparência, sem me esquecer, é claro, das mães do coração, das cuidadoras... Seria estranho falar de diversidade e me esquecer de abranger essas realidades. Hoje em dia é crescente, pelo menos nas escolas em que trabalho,  o número de crianças que acabam sendo cuidadas por outras figuras da família porque a mãe está presa, por exemplo. Não queria deixar de citar isso no livro”, conta a escritora.
As mães nunca são iguais é uma tentativa da escritora de reforçar e discutir a questão das diferenças. “A gente vive numa sociedade tão diversificada e se fala tanto nessa questão, que nada mais justo do que falar das mães, que são tão diferentes uma das outras. Uma sociedade que fala tanto da diversidade das pessoas,  deve educar suas crianças para que sejam cidadãos e que acima de tudo que respeitem as diferenças”, conclui.
O livro lançado este mês pela Editora Adonis é o quarto livro de Raquel Prestes e foi dedicado ao seu filho, João. As ilustrações de As mães nunca são iguais são assinadas pela própria escritora. No dia do lançamento, Raquel prestes partilha a história com os visitantes do Leitura com Pipoca, no quiosque Gostinho de Leitura, e conversa com os leitores sobre a obra.
Acontece:
Lançamento As mães nunca são iguais
Dia 19 de junho, às 10h, no quiosque Gostinho de Leitura
Av. Brasil, 2525 – Zoo de Americana/SP

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Um ensinamento para a vida: Os pais também pedem desculpas - Leiturinha

Coluninha | Por Lizandra Magon de Almeida.

Chega uma altura da vida em que o maior aprendizado que podemos ter é o de saber voltar atrás. Você nunca me ouvirá defender a covardia ou o excesso de cautela, mas saber reconhecer o erro e pedir desculpas é um aprendizado diário – e muitas pessoas, mesmo avançadas em idade, ainda têm muita dificuldade de fazer isso.
Em outra coluna, já comentei como Dona Benta se desculpa com a Emília, a reformadora da natureza, depois de dar-lhe uma tremenda bronca ao ver a bagunça que a boneca tinha aprontado no sítio, colocando, por exemplo, o rabo da Vaca Mocha no meio de suas costas, pra melhor afastar as moscas. Pode parecer uma bobagem, mas para um livro escrito há tanto tempo, é quase uma ousadia.
Digo isso, como sempre, a partir da minha própria experiência – uma lição especialmente útil nos tempos em que, como diz a música de Roberto Carlos, parece que “todos estão surdos”.
Então, senta que lá vem a história. Quando minha irmã, cinco anos mais nova, e eu estávamos na adolescência, levamos uma bronca que não caiu bem. Normalmente, meus pais sempre concordavam entre eles e fechavam posição. Então, a bronca foi unânime. Mas minha irmã e eu dessa vez ficamos chateadas: o esbregue tinha sido excessivo e injusto (olha, se você me perguntar o que foi, não lembro mais – com certeza não era nada tão grave).
Nós duas confabulamos e decidimos conversar com os nossos pais. Sempre houve diálogo em casa, mas a hierarquia também era bem estabelecida. No auge da adolescência, porém, os questionamentos saem sem muito filtro, às vezes até de forma cruel. Mas dessa vez respiramos fundo, conversamos entre nós e propusemos um papo.
Por ser a mais velha, fui a porta-voz. Disse que não era porque eles eram nossos pais que, quando errassem, não deveriam nos pedir desculpas. Afinal, era isso o que nos ensinavam quando tratávamos alguém com injustiça. Por um instante, ficaram sem fala. Mas, um segundo depois, concordaram. Minha mãe chegou a comentar: “Puxa, para a nossa criação sempre foi tão claro que os pais sempre estavam certos. Nunca pensamos em questionar”.
Os tempos, felizmente (acredito eu), mudaram para melhor. Não se trata de perder o respeito ou a educação, mas de saber reconhecer os próprios erros. Mesmo não tendo filhos hoje, sempre me lembro desse episódio como um momento marcante da minha vida. Foi realmente um divisor de águas na nossa relação, algo que sempre me faz pensar: “Onde estou falhando? Em que posso melhorar?”.
Esse tipo de reflexão precisa ser constante em nossa vida – em todos os pequenos detalhes, especialmente em relação às pessoas que amamos. Todos podem errar – e todos vamos errar, mesmo tentando acertar. Mas saber reconhecer o erro e pedir desculpas é uma das lições mais importantes que um filho pode receber.
No caso da minha família, descobrir que meus pais também eram falíveis – mas que tinham a grandeza de pedir desculpas, o que se tornou frequente e comum em nossa família – só nos aproximou ainda mais.
Depois desse dia, em várias outras situações, deixamos de lado o orgulho e buscamos os olhos uns dos outros para dizer: “Você me desculpa? Pensei bem e sei que errei”. Em tempos de intolerância e radicalizações, autocrítica e perdão são um bálsamo.

Lizandra Magon de Almeida é jornalista, tradutora de profissão e proprietária da Pólen Livros, que edita livros infantis e voltados a questões do universo feminino. Fonte: http://blog.leiturinha.com.br/. EMT - Divulgação

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Especialista aponta os 5 principais benefícios dos brinquedos educativos


O que combina mais com criança do que brincar? Criar novos mundos, personagens, cenários e soltar a imaginação. Através das brincadeiras os pequenos vão descobrindo o mundo ao seu redor e aprendendo coisas novas a todo o momento. Para os papais, vale de tudo: brinquedos educativos, que estimulam os principais sentidos das crianças como tato, coordenação motora e cognitiva, até brincadeiras “antigas” comuns da sua infância.
Cada fase é importante e o melhor é que as crianças podem aprender brincando, sempre respeitando as opções para cada idade para acompanhar o crescimento e desenvolvimento dos pequenos. “Os brinquedos são desenvolvidos com muito cuidado, atendendo as necessidades de cada etapa. É brincando que a criança experimenta, descobre e aprende. O brinquedo estimula a criança a desenvolver a coordenação motora, a atenção, criatividade, memória, além de facilitar o desenvolvimento cognitivo, emocional e social”, explica Nádia Vacinaletti, diretora da Calesita Brinquedos.
A empresa catarinense, que está há mais de 20 anos mercado, aposta em brinquedos educativos de passeio e pedal para crianças de zero a seis anos. “Antes de serem disponibilizados no mercado, os produtos passam por uma análise em laboratório, na Argentina. Lá, são analisadas as qualificações dos brinquedos para ajudar, estimular e participar da diversão, crescimento e aprendizado da criança”, complementa Nádia. Confira os principais benefícios dos brinquedos educativos:
1 – Estimulam a atenção, concentração e movimentos;
2 – Despertam a imaginação, a fantasia e aumenta a memória;
3 – Estimulam a linguagem e auxilia no convívio com outras crianças.
4 – Aumentam a auto-estima e autoconfiança;
5 – Ensinam a compartilhar e a trabalhar em equipe.
Sobre a Calesita
A Calesita Brinquedos conta com mais de 300 itens para crianças de zero a seis anos e é especializada em brinquedos educativos, de passeio, praia e jardim. Todos os produtos da Calesita passam por certificações nacionais de qualidade, garantindo a segurança e a diversão de pais e filhos. Atualmente, os brinquedos podem ser encontrados em mais de 3 mil pontos de vendas em todo o Brasil.
Fonte: Oficina das palavras – Tamires Kardauke – (47) 3322-0545. Fonte: http://www.epgrupo.com.br/.  EMT - Divulgação

sexta-feira, 3 de junho de 2016

O que você deixou de ser quando cresceu? - Blog Leiturinha

 Coluninha | Por Lizandra Magon de Almeida.

Esses dias deparei com essa frase no Facebook e parei para pensar. Achei engraçado que muitos amigos comentaram sobre suas primeiras ideias de profissão, geralmente respostas à fatídica pergunta: o que você vai ser quando crescer?

Muitos falavam de um jeito meio melancólico, ao pensar nos desejos e sonhos que deixaram pelo caminho. Quanto a mim, não tenho nostalgia alguma: quando eu tinha uns 11 ou 12 anos, queria ser dentista. Nem passava pela minha cabeça que trabalhar com livros fosse uma profissão. Eu gostava de ler e escrever, mas era algo tão distante da minha realidade que nunca chegou a ser um sonho.

Gostei da ideia porque ganhei do meu dentista um molde de aparelho feito de gesso e alguns apetrechos usados. Passei um mês de férias obturando aquele molde, furando e preenchendo de novo os buraquinhos com gesso. No final, o arremedo de boca estava completamente descaracterizado… Mas isso não me demoveu da ideia, por um tempinho ainda pensei em seguir essa carreira. Depois, muitas outras possibilidades surgiram, tornei-me jornalista, depois tradutora, depois editora. Sem muito planejamento, hoje posso dizer que sou exatamente o que fiz dos meus sonhos – mesmo sem ter claro quais eram eles.

Fiquei intrigada com as respostas sobre profissões porque, no fundo, o que deixamos para trás quando nos tornamos adultos é muito mais do que ideias como ser astronauta ou bailarina. Aqui entre nós, no fundo isso não tem tanta importância. O que deixamos para trás – e isso é muito mais grave – é justamente a nossa criança. Aquela pessoinha curiosa, autêntica, cheia de porquês, ávida por novidade, que questiona e não se contenta com respostas prontas, que se emociona quando ouve uma música ou quando marca um gol. A nossa Emília, a nossa Mafalda, o nosso Calvin, o nosso Charlie Brown.

Qual foi a última vez que você gargalhou de sair lágrimas dos olhos? Quando abraçou um amigo com toda força, como fazia no jardim da infância? Quando exigiu explicações, sem abaixar a cabeça? Quando defendeu um colega de uma injustiça? Quando fingiu que estava dormindo e levantou de madrugada para ler escondido ou roubar mais um pedaço de bolo de aniversário da geladeira?

Brincar na cidade é experimentar um ambiente complexo de aproximações que se revelam numa investigação de possibilidades sem fim, alquimia de sentidos, de paradoxos, de potências e vetores que atingem cada um de nós – e as crianças não estão alheias a isso. Tudo ao mesmo tempo agora, a cidade não para. Ela nos invade, mas também nos convida a fazermos dela um lugar diferente, um lugar de brincar junto, de estar junto, um lugar das relações.

A ideia, então, é aproveitar a Semana, o feriado e a provocação do Facebook para resgatar o ser brincante que está aí dentro de você. E para brincar junto, que é sempre muito mais legal…

Lizandra Magon de Almeida é jornalista, tradutora de profissão e proprietária da Pólen Livros, que edita livros infantis e voltados a questões do universo feminino. 
Fonte: http://blog.leiturinha.com.br/. EMT - Divulgação

quarta-feira, 1 de junho de 2016

A americanense Vanessa Aranha Morimoto lança “Menino urso” neste domingo, no quiosque Gostinho de Leitura


Contadora de histórias faz estreia literária com livro que exalta o poder das histórias

Uma história, que dentro de outra mostra ao leitor o poder que as histórias têm. Não é exagero, são as histórias que movem a contadora de histórias, agora escritora, Vanessa Aranha Morimoto, que assina a obra Menino urso, publicado este mês pelo selo Adonis. O livro tem lançamento no dia 05 de junho, das 10h às 12h, no quiosque Gostinho de Leitura, em Americana.
O livro Menino urso traz em suas páginas uma situação comum para muitas mães que precisam trabalhar e deixar seus filhos em casa. “O Menino urso nasceu no aconchego do meu lar. Meu filho tinha 3 anos quando comecei a trabalhar. Todos os dias antes de sair era uma choradeira e só quem é mãe sabe como esse momento é doloroso. Foi então que conheci a Carmelina – Carmelina é referencia na arte de contar histórias – e ela dizia “as histórias ensinam” e me orientou a escrever uma para meu filho. Foi o que eu fiz. E ele se identificou tanto com ela, que a partir daquela noite as nossas despedidas começaram a ser diferentes”, explica Vanessa.
Vanessa respira histórias desde 2004, quando iniciou sua carreira de contadora, e logo fundou sua companhia. De lá para cá foram tantas histórias vividas e contadas que seria inevitável não escrever uma. “O rascunho da história que contei para o Fábio, meu filho, acabou guardado e em 2006 quando comecei a ministrar oficinas, sempre relatava essa minha experiência.
 Agora chegou a vez dela alcançar mais pessoas se tornando um livro”, conta Vanessa.
Vanessa escreveu Menino urso para partilhar uma crença: a de que as histórias podem promover transformações pela identificação dos leitores com ela. “Acredito que as histórias podem ensinar, podem curar, como o que aconteceu com meu filho e confortou os nossos corações diante daquela situação. Enquanto as crianças escutam as histórias elas são transportadas para o mundo da imaginação e a partir do que estão vivendo conseguem trazer para o mundo real uma solução para algum conflito”, defende a escritora.
O lançamento de Menino urso conta com leitura da história, distribuição gratuita de pipocas, sorteio de 3 exemplares da obra, presença da escritora, das contadora de histórias, Michelle Tezoto e Carolina Bertini, e Shauan Bencks, que é educador musical, violonista popular, arranjador e produtor. O lançamento acontece durante o projeto Leitura com Pipoca.
Sobre a escritora:
Vanessa Aranha Morimoto é formada em Pedagogia com as habilitações em: Magistério das Disciplinas Pedagógicas do Ensino Médio e Magistério para Educação Infantil pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL, com curso de especialização em relações interpessoais na escola e construção da autonomia moral pela Universidade de Franca – UNIFRAN
É educadora brincante formada pelo Instituto Brincante e Contadora de Histórias formada pela Cia da Tia Carmelina de Toledo Piza desde 2004. Integrante do Grupo Alecrim – Cultura da Infância desde 2005 que realiza apresentações em livrarias, bibliotecas, escolas e eventos culturais.
Ministra o curso: Contando e Encantando com histórias e brincadeiras, com as educadoras Carmelina de Toledo Piza e Michelle Breno Tezotto, que visa desenvolver e promover a educação e a cultura popular brasileira.
Trabalhou na Educação Infantil durante oito anos, sendo três deles na coordenação pedagógica do CEDIN – Centro de Vivências do Desenvolvimento Infantil na Fundação Romi.
Ministra a oficina: Histórias, brinquedos e brincadeiras no PROEPRE- LPG/Unicamp.
Faz parte dos projetos culturais da Editora Adonis desde 2005 e atualmente é a Contadora de Histórias no projeto Como nasce um livro?
Serviço
Lançamento Menino urso
Dia 05 de junho, às 10h, no quiosque Gostinho de Leitura
Av. Brasil, 2525 – Zoo de Americana