quarta-feira, 30 de março de 2016

TV - Discovery Kids - Meu Amigãozão


Durante todo o mês de abril, de segunda a sexta-feira, das 14h30 às 15h30, o Discovery Kids exibe o ESPECIAL CONTA COMIGO. A faixa de programação é composta por episódios da série MEU AMIGÃOZÃO (My Big Big Friend), produzida pelo estúdio brasileiro 2D Lab e a canadense Breakthrough Animation.
A cada semana, o ESPECIAL CONTA COMIGO celebra a ternura da amizade infantil ao compilar episódios protagonizados por uma dupla de personagens da série: de 4 a 8 de abril vão ao ar as histórias de Yuri e Golias; de 11 a 15, as de Matt e Bongo; de 18 a 21, as de Lili e Nessa e, na última semana, a turma toda se reúne.
MEU AMIGÃOZÃO baseia-se no universo lúdico das crianças, onde realidade e imaginação não se separam. Em atmosférica onírica, os AmigãoZões Yuri, Lili e Matt descobrem o mundo e se divertem ao lado de Golias, o elefante azul, Nessa, a girafa rosa, e Bongo, canguru verde.
Segunda-feira, dia, 4, o ESPECIAL CONTA COMIGO começa com duas aventuras de Golias e Yuri. Na primeira delas, o hamster de estimação da turminha da escola passa as férias na casa de Yuri. Ele e Golias se divertiram muito cuidando de Haroldo, o hamster, mas as férias chegam ao fim…Para não ter que se despedir do bichinho, Yuri prefere não voltar para escola. Junto com Golias, ele se esconde em uma floresta maluca onde encontra três micos brincalhões, que se encantam com o seu AmigãoZão. Tanto que, na hora que os dois se despedem, os micos não querem que Golias deixe a floresta. E agora?
O segundo episódio do dia começa com a ida da turma ao cinema. Eles estão todos empolgados para assistirem a um filme com dragão – menos o Yuri, que acha os barulhos desse filme muito assustadores. Com receio de admitir seu medo para Matt e Lili, Yuri leva Golias para uma corrida bem divertida. Só que, enquanto o Yuri ama velocidade, o Golias acha isso muito assustador… Após tentar esconder seu medo da pista alucinante, Golias finalmente admite: ele está com medo! Ao ouvir a confissão do seu AmigãoZão, Yuri percebe que não há nada de errado em se sentir amedrontado e que, na verdade, admitir os medos é algo muito corajoso a se fazer!
MEU AMIGÃOZÃO foi desenvolvida com respaldo de especialistas em programação infantil, como da consultora de televisão Beth Carmona, responsável por séries como Mundo da Lua e Castelo Rá Tim Bum, e Um Menino Muito Maluquinho, na TVE/TV Brasil. Jamie Piekartz, psicopedagoga e diretora da Tree House, canal reconhecido internacionalmente pela qualidade de sua programação infantil, foi uma das supervisoras da atração.
A concepção gráfica da animação prioriza as cores alegres e suaves para falar com o público infantil e foi concebida pelo diretor da série Andrés Lieban (animador com mais de 25 anos de experiência, ganhador do Liv Ullmann Peace Award no Festival de Cinema Infantil de Chicago). A supervisão do roteiro fica sob responsabilidade de Clive Endersby (que há 40 anos trabalha em produções infantis) e a produção executiva é de André Breitman.

ESPECIAL CONTA COMIGO – MEU AMIGÃOZÃO

De 4 a 29 de abril – segundas a sextas, às 14h30
Classificação indicativa: especialmente recomendado

Sobre o Discovery Kids – O Discovery Kids é o canal pioneiro em programação infantil da América Latina, com conteúdo dedicado 24 horas por dia às crianças pequenas. Com personagens e histórias cativantes, o canal permite que as crianças se identifiquem com as experiências da vida real e oferece um ambiente que nutre a curiosidade. Para mais informações, acesse www.discoverykidsbrasil.com.

©2016 Discovery Communications, Inc. Discovery Kids e seu logotipo são marcas da Discovery Communications, Inc. Todos os direitos reservados.

Fonte: Discovery – Anninha Guerra – Tel: (11) 2138-9637. Visto: http://www.epgrupo.com.br/.  EMT – Divulgação.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Lançamento – E-Book “Tirinhas da Turma do Gabi 01” – Editora EMT – Amazon


Isso mesmo, a Editora EMT acaba de publicar no Site Amazon, a nova revista digital em quadrinhos “Tirinhas da Turma do Gabi 01”, de autoria do cartunista e escritor Moacir Torres.
A revista trás dezenas de tirinhas da turma, que já foram publicadas em vários jornais e suplementos brasileiros.
Muitas dessas tiras foram e continuam sendo usadas em dezenas de livros didáticos, das mais variadas editoras do país.
Para adquirir a publicação basta acessar este link: http://www.amazon.com/dp/B01925DUXC
 Editora EMT/Kindle/Amazon

Gibi - As Marias em: Maria da Penha vai às Escolas!


Visando subsidiar as discussões sobre a questão da violência doméstica, as escolas podem consultar no site da Secretaria de Estado de Educação o Gibi “As Marias em: Maria da Penha vai às Escolas!”. A cartilha divulga a Lei nº 11.340/06 - Maria da Penha - nas Escolas Estaduais de Minas Gerais, buscando sensibilizar profissionais da educação e estudantes e promover a conscientização sobre a importância da prevenção e do combate às práticas de violência doméstica e intrafamiliar.
O Gibi traz a história de uma professora que resolveu levar a Lei Maria da Penha para dentro da sala de aula. Com uma linguagem leve e criativa, o material informa sobre os tipos de violência e as punições. Além disso, tem um caça-palavras que desperta a atenção dos estudantes para temas como igualdade, respeito, lei, entre outros.
Você pode acessar a HQ clicando aqui!
Fonte: Educação.mg.gov.br. Visto na Gibiteca.Com.  EMT - Divulgação

segunda-feira, 21 de março de 2016

9º Concurso Cultural da Turma do Gabi - Desenho - Olimpíadas 2016

Na ABRIN, recém-nascidos e primeira infância também ganham atenção


O segmento chama-se Puericultura e merece atenção dos fabricantes de brinquedos. De equipamentos controlados por smartphones ou tablets à entrada de novos players, como a Estrela com a linha Baby, lançamentos na ABRIN ajudam no desenvolvimento motor e cognitivo.
Dos 150 expositores da 33ª edição da ABRIN – Feira Brasileira de Brinquedos, que acontece entre 5 e 8 de abril, em São Paulo, uma parcela têm a puericultura inserida em sua linha de produtos. Entre as opções, muitas novidades em acessórios tecnológicos, para alimentação e amamentação, carrinhos e higiene.
A Brasbaby conta com uma versão do bouncer MamaRoo, mais tecnológico, no qual é possível controlar o balanço e posição do equipamento por meio de smartphone ou tablet. A cadeirinha simula cinco movimentos suaves: passeio de carro, ninar, ondas de oceano, balanço e canguru, que promovem aconchego e conforto. Além de alternar movimentos e velocidades, o cuidador também pode ser conectado a um mp3 ou aparelho celular e tocar a música preferida do bebê.
Há também o Rocker Napper, suporte que permite ser utilizado como cadeira ou caminha. O acessório conta com movimento calmante opcional para todas as posições e móbile eletrônico, com nove diferentes músicas, para distrair o pequeno ou fazê-lo dormir.
A Brinquedos Estrela é outra marca que se rendeu aos encantos do universo da puericultura. Tradicionalmente conhecida pelos jogos de tabuleiro e brinquedos que marcaram a infância dos brasileiros, como Aquaplay, Genius, Ferrorama, Cara a Cara, Susi, entre muitos outros em seu catálogo, a fabricante leva à ABRIN novidades que compõem a linha Estrela Baby.
Um deles é o Cruzeiro de Animais, que promete divertir pais e crianças – o objetivo é usar o tamanho e peso de cada peça de madeira, sorteadas por um dado, para empilhar os animais sobre o barco. Se errar, o barco vira. Para aprender sobre os números, a Balança Divertida estimula o aprendizado de crianças em idade pré-escolar. O objetivo é equilibrar objetos nos dois lados da balança, com numerações que correspondem ao próprio peso. Há também um clássico repaginado: o Brincando de Motorista. Com novas cores, funcionalidades e muita imaginação, qualquer criança pode ser um motorista com este painel divertido de carro.
Na linha de puericultura pesada, quem se destaca é a Kiddo, com o Spin, único carrinho disponível no mercado que faz giro reversível em 360°. A função permite que os pais mudem a posição do berço e moisés, sem precisar retirar ambos e realocar.
A fim de garantir a segurança e conforto dos pequenos, o carrinho traz capota retrátil com visor e viseira, encosto reclinável, cesto porta-objetos, cinto de segurança de cinco pontos e alça do cabo com regulagem de altura. Já para tranquilidade dos pais, responsáveis pelo manuseio do carrinho, o produto possui sistema de fechamento em formato Z, além de ser leve e fácil de carregar e guardar (78 cm fechado).
Sobre a ABRIN 2016
Patrocinada pela Abrinq e promovida pela Francal Feiras, a ABRIN inicia o ciclo dos negócios da indústria de brinquedos e coloca cerca de 1,5 mil novidades à disposição de lojistas, entre brinquedos, puericultura leve e pesada, jogos eletrônicos, colecionáveis, fantasias e outros artigos infantis.
Historicamente, o evento é responsável por 25% do faturamento anual da indústria, sendo que em 2015 impulsionou negócios na ordem de R$ 1,47 bilhão. A expectativa é que a ABRIN 2016 receba mais de 15 mil profissionais do setor, vindos de todos os estados brasileiros e dos países do Mercosul e América Latina.
SERVIÇO:
ABRIN 2016 – 33ª FEIRA BRASILEIRA DE BRINQUEDOS
Data: 5 a 8 de abril (terça à sexta)
Horário: 10h às 20h (dia 8, das 10h às 18h)
Local: Expo Center Norte
Promoção/Patrocínio: Abrinq – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos
Organização/Negócios: Francal Feiras
Informações pelo telefone: (11) 2226-3100 Site: www.abrin.com.br
Facebook: FeiraAbrin Twitter: @feiraabrin Google +: Feira Abrin
FEIRA DE NEGÓCIOS RESTRITA A PROFISSIONAIS DO SETOR.
PROIBIDA A ENTRADA DE MENORES DE 14 ANOS.
Fonte: Primeira Página – Mauro Braga – (11) 5908-8210. Visto no site: EPGRUPO. EMT - Divulgação

sexta-feira, 18 de março de 2016

“O que leva uma criança a ler é o exemplo”, diz Ana Maria Machado

Divulgação

Autora de mais de 100 títulos infanto-juvenis, Ana Maria Machado traz livro fresquinho sobre o incentivo à leitura!

A escritora é membro da Academia Brasileira de Letras e um dos maiores nomes da literatura brasileira. Com mais de 20 milhões de cópias de livros vendidas e leitores espalhados por 17 países, Ana Maria Machado lança agora Ponto de Fuga. O livro reúne vários de seus ensaios que envolvem o universo literário, o mercado editorial, a formação de leitores e de que maneira a escola atua no despertar da leitura entre crianças e jovens.

Com toda sua bagagem, é fato que Ana Maria tem muita história para contar… Em entrevista ao UOL, a escritora levanta as questões abordadas no seu novo livro e traz a assertiva de que  “o que leva uma criança a ler é o  exemplo”, ressaltando a significância do hábito da leitura nos momentos de lazer e no ambiente familiar e escolar. Selecionamos os principais trechos da entrevista! Confira:

 Em termos bem simples, estou convencida de que o que leva uma criança a ler, antes de mais nada, é o exemplo. Da mesma forma que ela aprende a escovar os dentes, comer com garfo e faca, vestir-se, calçar sapatos e tantas outras atividades cotidianas.
Ana Maria ainda registra no texto Entre Vacas e Gansos: Escola, Leitura e Literatura, que integra o livro Ponto de Fuga:

 Não é natural, é cultural. Entre os povos que comem diretamente com as mãos, não adianta dar garfo e colher aos meninos, se eles nunca viram ninguém utilizá-los. Isso é tão evidente que nem é o caso de insistir. Se nenhum adulto em volta da criança costuma ler, dificilmente vai se formar um leitor.

Já em Muito Prazer: Notas Para uma Erótica da Narrativa, a autora constata:
Se é verdade que tenho encontrado muitos adolescentes e adultos que não têm vocação leitora, nunca se aproximaram de livros ou até alguns que deles se afastaram em certa idade, também é verdade que nunca encontrei uma criança alfabetizada, com pleno acesso a livros e num ambiente leitor sem cobranças, que não gostasse de ler. Pode rejeitar um certo tipo de livro, ou desenvolver preferências que não são as que o adulto escolheria para ela, mas isso não significa que não goste de ler.

Ana Maria Machado tem diversas obras de destaque entre História Meio ao Contrário, vencedor do Prêmio Jabuti de 1978; Bisa Bia, Bisa Bel (1982), que levou o prêmio de melhor livro juvenil da Fundação Nacional do Livro Infantil Juvenil; e Menina Bonita do Laço de Fita, uma de suas obras mais reverenciadas. Apesar de estar sempre presente entre os grandes nomes da literatura infanto-juvenil, Ana Maria garante seu lugar também na biblioteca dos adultos, com um repertório considerável na literatura adulta.

Escrever para crianças e adultos é diferente, como é diferente conversar com adulto ou com criança. No caso infantil, o prazer é mais próximo da brincadeira. No caso adulto, tem uma densidade mais consciente. Ambas as atividades são difíceis e apresentam desafios. O universo do leitor infantil tem um repertório menor de acumulação de experiências leitoras que permitam referências intertextuais, então fica mais difícil trabalhar nessa área. Mas justamente por essa dificuldade, traz um desafio mais instigante.

Informações de UOL. Visto no Leiturinha. EMT - Divulgação

  

quinta-feira, 17 de março de 2016

Via Leiturinha: Não escolhemos ser pais! Aconteceu...

Divulgação/Leiturinha

Coluninha | Por Roberta Ecleide.

Muitos de nós viemos ao mundo sem sermos esperados, sem planejamento. Mentira dizer, porém, que, por este motivo, alguém está fadado a ser menos filho. Ou que os desejados serão agraciados com uma vida sem agonia. Nem uma coisa nem outra, mas, em momentos tão idealizados como os atuais, qualquer coisa que não venha assignada pela vontade e por imensa demonstração de felicidade, é moralizada como errada, inadequada, etc.
Bem, descobrimos que estamos grávidos – com ou sem plural, é uma notícia e tanto! E vêm as mais difíceis ideias: não estou preparado (a), será que vou dar conta? Será que vou ser julgado (a) (pela minha idade, por já ter outros filhos, por ser solteiro(a), por meus familiares)?
E no meio disso tudo, dessas tantas ideias, a criança que se desenvolve lentamente no ventre. Por vezes, a duração lenta é um bom momento de reflexão.
Pais desavisados não estarão, porém, menos compromissados! Isso porque é na lida do dia-a-dia que se constrói, gradativamente esta função, de ser mãe/de ser pai.
Nesta lida, crianças imaginariamente desejadas e as inesperadas, todas deverão ser educadas e ensinadas a sobreviver e a criar formas para suportar a agonia de viver sabendo-se que se vai morrer. E que é para todos, todos os vivos morrem, absolutamente.
A romantização (transformar uma narrativa em romance) da maternidade e da paternidade traz um custo muito alto para os meros mortais, pais e mães de todo dia. Temos que pensar sobre esta situação com muita delicadeza e construir um olhar um pouco mais crítico a respeito.
Primeiro, é preciso entender que os humanos têm uma necessidade enorme de segurança, dado que nascem todos desamparados, sem modelos, sem códigos prontos. Assim, é com os outros ou através destes que conseguem, bem gradativamente, na lida de todo dia, construir pequenos pontos de apoio que, uns sobre os outros, apoiam a suportabilidade ao viver.
Depois, mas decorrente deste comentário acima, temos, todos, pouca habilidade para dar conta da complexidade humana. Cada um de nós tem muitas facetas e somos todos diferentes. Logo, parece ser mais seguro enxergar as coisas (pessoas, inclusive) a partir do viés bidimensional, sem densidade e sem conflito. Isso dá segurança, qualquer confronto com a complexidade é tido como erro, fatalidade ou equívoco causado por esta ou aquela ação. É um equívoco, ao invés de se entender que a complexidade humana traz conflitos e ambivalência, inevitavelmente.
Em seguida, também por consequência, começa a certeza da ilusão de que há alguém que consegue dar conta de ser pai e ser mãe sem problemas ou “tirando de letra” as condições difíceis. Daí, cada um que não consegue é porque não é competente o suficiente ou porque x ou y – sempre uma causa de natureza linear (tipo A causa B) que dispensa qualquer complexidade ou conflito. Ora, claro que isso não existe! Mas as imagens das novelas, das séries e de muitas estratégias midiáticas, que não contam as mazelas de todo-dia, porque todo-dia tem pouca ou nenhuma graça, não contam que, de verdade, não há glamour…
Logo, pais e mães foram também capturados na era do espetáculo, dos selfies e das inúmeras ideias de que, se não são felizes a cada mamada, a cada chute de bola ou se a cada gargalhada da criança não for um momento de extrema felicidade, ou não se é pai/mãe de verdade ou há algo errado – depressão, talvez? Da mesma forma, se a criança não está indicando, a cada passo, cada gesto ou palavra, que é muito feliz em ser criança, também haverá algo errado – depressão, autismo ou algum outro transtorno?
Por estratégias midiáticas, gostaria de destacar as várias formas que os seres humanos usam para divulgar seus achaques, vontades e expectativas – através de ideias. Ou seja, estratégias midiáticas são idealizações que, em nossos dias, se servem das expressões midiáticas (TV, rádio, internet, etc) para dizer dos anseios de não sofrer a agonia de viver. De certa forma, tais estratégias midiáticas brincam com a ideia de que não se morre… a não ser por irresponsabilidade de não cuidar da própria saúde ou por azar!
Bem, nada disso é real. Nada disso condiz com o dia-a-dia de cada pai e cada mãe que, com seus defeitos e suas qualidades, fazem o melhor que podem com o que têm. Não é fácil, mesmo. Para ninguém que seja feito de carne e osso, desejos e contrariedades, vontades e desistências. Ou seja, viver é difícil por ser complexo e educar crianças não é diferente.
Menos culpas, pois, e mais responsabilidades. Aconteceu? Bem, vamos lá. Um dia de cada vez, sem (des)culpas, cada adulto ou jovem vai aprender a ser pai e ser mãe no cotidiano das ações: se estiver presente, se construir junto, se for apoiado socialmente. Filhos são nossos sonhos de eternidade…

Roberta Ecleide de Oliveira Gomes Kelly é psicanalista, doutora em Psicologia Clínica e pós-doutora em Filosofia da Educação. Fonte: Leiturinha. EMT - Divulgação

sábado, 12 de março de 2016

Não há nada de errado com a publicidade infantil - Joel Pinheiro

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Já falei sobre publicidade infantil em outras oportunidades, principalmente com o viés econômico. Vou aproveitar este momento em que o ENEM ressuscitou o tema para falar mais sobre o lado pessoal da coisa.
Publicidade infantil é ótima e deveria continuar. Sim, ninguém adora propaganda; é sempre aquele tempo chato entre os blocos do programa, mas ela ainda assim tem seu atrativo. Outro dia meu filho veio todo feliz cantar a “música do esqueleto”, que logo vi se tratar de uma chamada publicitária do Disney XD. Eu, quando criança, adorava cantar uma música do Limpol da Bombril; ainda sei alguns trechos de cor.
Quem tem filho ou já foi criança – cada vez mais raro hoje em dia – sabe a alegria que o McDonald’s representa. A comida gostosa, o brinquedo, o espaço de brincadeira; é tudo o que a criança mais quer. Hoje em dia não gosto muito de Mac, mas tenho memórias felizes lá, e não vejo nada de errado se meu filho também as tiver. Claro, não sou eu quem fica incentivando a ida ao Mac. Meu papel agora é outro: ser a voz que diz “hoje não”, que a comida lá é pouco saudável, que em casa é melhor. Argumentos pouco persuasivos para uma criança ansiosa por cor, brinquedo, açúcar, gordura, folia e sal.
Agora, de vez em quando jantar no Mac, é claro que sim. Saúde não é tudo; prazer e alegria também importam, e nesta vida não existe a harmonia perfeita de todos os bens. No fim das contas, as próprias crianças descobrem que gostam mais de umas coisas e menos de outras. Na minha casa, cenourinha é campeã de audiência e o único que toma refrigerante sou eu. Os apelos da propaganda e da biologia se somam a idiossincrasias e criatividade de cada indivíduo e família. É importante ter alguém para limitar esses apelos – limitar a tela, a guloseima, a rede social, a roupa da moda; querer aboli-los é ir longe demais, e é sempre em vão. A civilização se constrói sobre a limitação dos instintos, mas a felicidade depende deles.
A propaganda dá à criança um contato com realidades da vida. A realidade dos desejos, por exemplo. O mundo, dentro e fora de casa, é um lugar de assédios, de muitos bens concorrentes que disputam nossa atenção, nosso gosto, nosso tempo e nosso bolso. Consumir não é feio. É parte necessária da vida. É bom. Aprender sobre preço e restrições monetárias também.
A propaganda nos indica alternativas existentes e suscita nosso desejo. Aprender a lidar com ela, e com a real distância entre o prometido e o entregue, é parte da vida. Não foi fácil para mim, aos quatro, aceitar que do Frutilly não saía um fantasminha, ou que o Halls não me refrescava como prometido, ou que os produtos da Apple não me transformaram num cara descolado e super criativo. Mas foi (e continua sendo) educativo.
Acho que por trás da proibição da publicidade infantil (lei infeliz que passou mas até agora não pegou) tem é ansiedade e vaidade de pais e mães. Ansiedade porque queremos o melhor para os nossos filhos, e vivemos sob o medo irreal de que um detalhe aquém do ideal terá impacto deletério no longo prazo deles. Com filhos vindo mais tarde e em menor quantidade, tudo tem que ser absolutamente perfeito. Só que essa mesma ansiedade que exige perfeição deixa o pai incapaz de dizer um “não” ao pedido do filho, preferindo assim terceirizar a responsabilidade impossível que atribuiu a si mesmo. A esses, más notícias: as birras não vão parar; nem as gordices.
E vaidade porque, com mais recursos e mais tempo livre, queremos dar a nossos filhos uma infância idealizada que existe em nossa imaginação. A rejeição do plástico, a exigência de que tudo seja educativo (Mozart para bebês), de que toda história tenha mensagens positivas (mas eles gostam mesmo é de mortes!) e não ofenda a ninguém, a alimentação perfeita. Queremos impor uma ideia de infância sobre a infância real. Na infância real o que importa mesmo é se divertir, é brincar e, sim, também competir com os amigos e imitar coisas do mundo adulto, etc.. No final das contas, ninguém consegue se ater ao plano – embora nem sempre o admita em público – e as frustrações e hipocrisias se acumulam.
A criança vive hoje numa bolha segregada da realidade. Proibimos palmada, proibimos propaganda, queremos proibir guloseimas, damos medalha para todos indistintamente ao mesmo tempo em que impomos padrões adultos de produtividade e uso do tempo, não toleramos o choro porque ele indica que não somos perfeitos, as afastamos de todo e qualquer risco. Segregamos as crianças por idade, limitamos o tempo de brincadeira livre.
Proponho o caminho inverso: relaxe, cuide dos seus filhos com moderação e amor, deixe ele ver propaganda, saiba dizer não, e aproveite. Se outro pai quiser criar a bolha para segregar seus filhos do mundo real, que crie; só não a imponha ao universo inteiro. Texto: JOEL PINHEIRO. Fonte: http://spotniks.com/. EMT - Divulgação

quinta-feira, 10 de março de 2016

Evento - Zero a Três Negócios - EP Grupo

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Realizado pelo EP Grupo, a segunda edição do Zero a Três Negócios reuniu ontem no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo, todas as plataformas envolvidas com a fabricação e a comercialização de produtos para crianças de 0 a 3 anos de idade. Mais de 100 executivos conferiram o ciclo de palestras que abordaram os contextos do e-commerce, do consumo, do varejo, do desejo, da experiência de compra, do poder da marca... Um panorama completo para quem atua e para quem quer se envolver com o mercado que fatura anualmente, no Brasil, R$ 25 bilhões.

Ladybug conquista público no Brasil

Exibida pelo canal infantil Gloob, a série Ladybug mal entrou na programação da emissora e já conquistou o público brasileiro.
A Kasmanas, agência responsável pela licença no País, comemora os resultados e anuncia oportunidades para desenvolvimento de produtos licenciados em diferentes segmentos da indústria.
Confira, a seguir! Fonte: http://www.epgrupo.com.br/.




O desenvolvimento de linguagem nos bebês

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Coluninha | Por Lílian Kuhn.
Engana-se quem acha que a vida de um bebê se resume a comer, dormir e sujar fraldas. É no primeiro ano de vida que ele adquire muitos comportamentos e desenvolve habilidades complexas, e, por isso, são estimulados a brincar, dar tchauzinho e andar, por exemplo. Mas e a linguagem, o que esperar nesta idade? Será que ela surge de repente ou precisamos fazer algo para ajudá-los a falar?  
Em primeiro lugar, é muito importante saber as fases do desenvolvimento de linguagem e em quais idades elas devem acontecer. Desde o inicio do segundo trimestre de gravidez, o feto já tem o sistema auditivo em desenvolvimento e consegue ouvir ruídos corporais e a voz materna. Nesse período, os aspectos de melodia (entoação), timbre (frequência) e sotaque já começam a ser distinguidos pelo bebê que, nas primeiras horas de vida após o nascimento, já reconhece e muda seus comportamentos de choro e sucção ao ouvir a voz da própria mãe.  E aí é que eu afirmo: apesar de não ser a fala propriamente dita, já há indícios de desenvolvimento linguístico. 
Para a alegria dos papais, em um contínuo fluxo, o neném se mostra mais esperto a cada dia! Vamos às conquistas dos pequenos? 

  • Aos 03 ou 04 meses de vida: o bebê vocaliza sons sem significado e apenas para se divertir, sem a intenção de se comunicar;
  • Entre 06-09 meses: As vocalizações dão lugar aos balbucios – “papa”, “mama”, “auau” – E sons que as crianças produzem com intenção comunicativa.  Ou seja, toda vez que quer a mãe ele tende a falar “mama”;
  • Por volta dos 12 meses: As primeiras palavrinhas “de verdade” surgem e a criança vira um “papagaio”, repetindo e cantando tudo o que ouve!
  • Até os 18 meses: Espera-se que o vocabulário seja expandido muitíssimas vezes e que os bebezões comecem a expressar suas necessidades.
  • Aos 24 meses: Muitas frases de duas palavras como, por exemplo, “quero tetê” ou “Ana (ela própria) dormir” fazem parte do discurso, mesmo que ainda sejam ditas com omissões e distorções dos sons da fala.
 Outra questão é o que fazer com os bebês para propiciar momentos estimuladores:
  • Conversar muito e sempre: Lembra que o seu bebê te ouve desde antes de nascer? Vocês conversavam muito, né? Não é porque ele agora ele ainda não fala, que você deixará de conversar com ele! Ele ouve e assimila tudo o que é lhe é dito, através de palavras, tom de voz ou expressões faciais;
  • Imersão de linguagem: O seu pequenino acabou de estrear nesse mundo com milhões de nomes, categorias, sinônimos e regras de linguagem!  Para dar conta dessa árdua tarefa que é se comunicar, só fazendo uma imersão em linguagem… Para isso, todas as horas possíveis servirão para você contar fatos, nomear objetos e ensinar para sua criança;
  • Cante em todo canto: Cante no banheiro, na cozinha e no trânsito… As musiquinhas, mesmo aquelas inventadas, são excelentes para estimulação de linguagem, visto que tanto a melodia quanto a repetição de palavras características das músicas infantis chamam a atenção e facilitam o aprendizado das crianças;
  • Leia muito: Ao ler para o seu filho, você estimula a imaginação, possibilita que ele amplie o próprio vocabulário e mostra para ele que a leitura faz parte do cotidiano, preparando-o para a fase da alfabetização;
  • Brinque, brinque e brinque: Assim como o aprendizado de conceitos e regras sociais se dá pelas brincadeiras, o desenvolvimento da linguagem também é favorecido nesses momentos de diversão e faz-de-conta; Brincar muito e brincar junto é essencial!
 Vale lembrar que os marcos do desenvolvimento não são “achismo” ou tentativa de padronizar as crianças, mas foram estabelecidos a partir de evidência cientifica e servem para nortear pais e profissionais. Então, se você percebe ou desconfia de algum atraso na fala no seu filho, não hesite em procurar um fonoaudiólogo, pois só ele poderá avaliar e te dar a orientação profissional especializada. 
Lílian Kuhn é fonoaudióloga com especialização em Audiologia e Mestrado e Doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. Há dez anos atende crianças e adultos com distúrbios de linguagem. Fonte: http://blog.leiturinha.com.br/. EMT - Divulgação

domingo, 6 de março de 2016

quinta-feira, 3 de março de 2016

Planta distribuída no Como nasce um livro? pode ajudar no combate ao Aedes aegypti - Editora Adonis


Sementes de crotalária são entregues aos visitantes do projeto este ano

Flor que atrai o predador natural do mosquito Aedes aegypti é a aposta do projeto Como nasce um livro? neste ano. Sementes de crotalária, um arbusto que atrai a libélula, serão distribuídas aos visitantes, junto às informações sobre o combate aos nascedouros.
Aliada no combate ao mosquito Aedes aegypti, a espécie distribuída pelo projeto, a Crotalaria-breviflora, cresce até cerca de 1 metro e demora cerca de 90 dias para florescer. E é justamente suas flores amarelas a arma contra o mosquito.  As flores da crotalária atraem a libélula, que assim como o Aedes aegypti, procura água limpa e parada para por seus ovos, que ao virarem larvas se alimentam de outras larvas. Já a libélula adulta se alimenta de pequenos insetos, tendo o mosquito em seu cardápio.
Em 2016, os anfitriões do projeto de incentivo à leitura e à escrita, Sherlock Holmes e Adoninha, recrutam os visitantes a se tornarem agentes de caça ao Aedes aegypti. Durante toda a visita ao parque editorial e gráfico, onde são apresentados os processos de produção de um livro, são adicionadas informações e charadas sobre o vetor da dengue, febre chicunkunya e zika vírus. Ao final da visita, cada participante leva para casa, além dos livros escolhidos e da carta-resposta, sementes de crotalária para que se tornem efetivamente detetives combatentes  do mosquito.
É preciso lembrar que o cultivo da crotalária continua sendo método alternativo de combate ao mosquito. Sua eficácia não foi comprovada, mas o experimento é mais uma forma biológica para contribuir com a redução do mosquito. A melhor precaução ainda é a conscientização das pessoas, mantendo quintais limpos e não deixando água parada.
Traga as libélulas para seu quintal

Eleito como ano de combate ao mosquito, as ações da Adonis em 2016 visam conscientizar e tornar cotidiana ações de prevenção aos focos do mosquito Aedes aegypti e eliminação dos seus nascedouros. Com o slogan Traga as libélulas para seu quintal, são diversas as ações em cada um de seus projetos. O objetivo das ações da Adonis é manter sempre em foco as questões relativas ao combate ao mosquito como um evento cotidiano, deixando de ser uma ação extraordinária para torná-la um assunto recorrente. As crianças geralmente têm um olhar vigilante e apostar nelas como potenciais multiplicadores de informações sobre formas de prevenção é que, aos poucos se eliminem os focos e se acabem com o mosquito transmissor.

terça-feira, 1 de março de 2016

9º Concurso Cultural da Turma do Gabi - Desenho


9º Concurso Cultural da Turma do Gabi – Desenho

Já estão abertas as inscrições para o 9º Concurso Cultural da Turma do Gabi – Desenho.

O prazo para participação vai até o dia 30 de agosto.

Olimpíadas foi o tema escolhido para a elaboração dos desenhos, neste ano.

Podem participar do concurso crianças e jovens de todo o país, com idade entre 9 e 14 anos de idade.

Os desenhos devem ser feitos em papel  Ofício e enviados para o Casarão Pau Preto.

9º Concurso Cultural da Turma do Gabi
 Rua Pedro Gonçalves, 477, Jardim Pau Preto – CEP: 13.330-210, Indaiatuba, SP.

A premiação para os três melhores trabalhos será um tablet e as três menções receberão kits de revistas e livros da Turma do Gabi e da Fundação Pró-Memória.

A exposição com os trabalhos selecionados será durante o mês de outubro, no Museu do Casarão Pau Preto.

A iniciativa é do Estúdio EMT (Moacir Torres), Fundação Pró-Memória e Prefeitura Municipal de Indaiatuba.

Confira o regulamento no site: www.turmadogabi.com.br.

Para obter mais informações, entre em contato: (19) 3875-8383 – 3834-6319. Participe!