quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

ABRIN mostra tendências do mundo do brincar



Durante todo este ano, o mercado de brinquedos vai ser norteado por produtos que permitem ter o design criado pelas crianças, estimulem o cérebro e simulem profissões ou situações do dia a dia adulto. Principal evento para os negócios do setor no País, ABRIN acontece de 5 a 8 de abril, em São Paulo.
Pesquisas globais realizadas por especialistas internacionais, entre elas a da maior feira de brinquedos do mundo, a Spielwarenmesse (Alemanha), mostram quais as tendências do mercado mundial de brinquedos que vão dominar as preferências das crianças ao longo do ano.
Como principal evento da América Latina para os negócios desse setor, responsável por expor os principais lançamentos do ano e colaborar com 25% do faturamento anual da indústria, a ABRIN – Feira Brasileira de Brinquedos reúne, em primeira mão, a maioria dessas tendências entre seus milhares de produtos.
O tema Design To Play define brinquedos que podem ser construídos ou ter seu design finalizado pela própria criança. Relacionados à arte, arquitetura e moda, os itens trabalham a criatividade e autoestima dos pequenos. Na ABRIN, a Sunny segue a tendência e apresenta um dos grandes sucessos de venda no mercado americano, os Bunchems, bolinhas pequenas e coloridas que se grudam e permitem criar diferentes formas e figuras.
Já a Red Circus lança uma linha importada de fantasias customizáveis, que após a lavagem, podem ser pintadas e reutilizadas novamente. A Estrela, por sua vez, possui diversos produtos dentro da linha Faz de Verdade, que permite à criança cozinhar crepes, picolés, barras de cereais, entre outros alimentos, e construir pulseiras em diversos formatos e designs. Na Artyara “quem faz a brincadeira é a criança”, como diz o lema da empresa, com catálogo composto por diversos produtos para serem montados, pintados e personalizados.
Blocos de montar, brincadeiras que testam a capacidade do cérebro ou brinquedos que promovam a solução de pequenas problemáticas se encaixam no tema Train Your Brain. O clássico Genius, da Estrela, desafia a criança a testar sua memória por meio de luzes e sons. A Play CiS utiliza os livrinhos interativos da linha Baby Fun para estimular a capacidade cognitiva já nos primeiros anos de vida. Quebra-cabeças, como o próprio nome propõe, também são excelentes aliados no desenvolvimento intelectual. Na Grow, há opções para todas as idades, em diferentes temas e complexidades.
No último tema, Everyday Hero, o dia a dia dos adultos são retratados na brincadeira das crianças. Opções como Banco Imobiliário e Jogo da Vida, da Estrela, e Monopoly, da Hasbro, ensinam os pequenos a manusearem corretamente o dinheiro e enfrentarem os riscos de algumas tomadas de decisão. Já com as fantasias da Sulamericana, as crianças têm a oportunidade de vivenciar a rotina de um cozinheiro, policial, enfermeira, médico, piloto de avião, bombeiro, soldado, entre outras profissões na brincadeira.
Sobre a ABRIN
Patrocinada pela Abrinq e promovida pela Francal Feiras, a ABRIN inicia o ciclo dos negócios da indústria de brinquedos e coloca cerca de 1,5 mil novidades à disposição de lojistas, entre brinquedos, puericultura leve e pesada, jogos eletrônicos, colecionáveis, fantasias e outros artigos infantis.
Historicamente, o evento é responsável por 25% do faturamento anual da indústria, sendo que em 2015 impulsionou negócios na ordem de R$ 1,47 bilhão. A expectativa é que a ABRIN 2016 receba mais de 15 mil profissionais do setor, vindos de todos os estados brasileiros e dos países do Mercosul e América Latina.

SERVIÇO:
ABRIN 2016 – 33ª FEIRA BRASILEIRA DE BRINQUEDOS
Data: 5 a 8 de abril (terça à sexta)
Horário: 10h às 20h (dia 8, das 10h às 18h)
Local: Expo Center Norte
Promoção/Patrocínio: Abrinq – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos
Organização/Negócios: Francal Feiras
Informações pelo telefone: (11) 2226-3100 Site: www.abrin.com.br
Facebook: FeiraAbrin Twitter: @feiraabrin Google +: Feira Abrin
FEIRA DE NEGÓCIOS RESTRITA A PROFISSIONAIS DO SETOR.
PROIBIDA A ENTRADA DE MENORES DE 14 ANOS.


Fonte: Primeira Página | Assessoria de Comunicação e Eventos – Mauro Braga – (11) 5908-8210. Visto no site: EPGrupo. EMT - Divulgação

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Lançamento - Revistas em quadrinhos do Senninha - Social Comics


Já esta disponível no Social Comics, quatro edições clássicas do Senninha, personagem inspirado e criado em homenagem ao piloto tricampeão mundial de F1 Ayrton Senna.
Lançado em 1994 pelo piloto, Senninha é um personagem criado por Rogério Martins e Ridaut Dias Jr. O personagem traz desde sua criação os valores de Senna, como a dedicação para vencer, desejo de conquistas, e o orgulho por ser brasileiro
Os assinantes do Social Comics podem conferir não apenas as publicações históricas, mas também podem ler as edições mais recentes do personagem.
Para ter acesso, basta assinar o Social Comics, que atualmente custa R$ 19,90 por mês. Os usuários  também tem a opção de testá-la por 14 dias gratuitamente. Fonte: Zine Brasil. EMT - Divulgação

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A arquitetura e a infância – do quarto aos espaços urbanos

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Já ouviu falar no método montessori? E o que acha de um ambiente todo planejado sob a perspectiva dos pequenos? Existem formas ótimas de organizar o quarto e o cantinho da leitura inspiradas nas teorias de Montessori! 
Esta é exatamente a história da mamãe e arquiteta Catharine que divide sua experiência na Folha Vitória
Compartilhamos suas dicas aqui para inspirar mais famílias na preparação de um cantinho bem aconchegante para os pequenos. 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

C&A Modas lança produtos de Os Cavaleiros dos Zodíaco

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A C&A lançará uma linha de tops de malha com a propriedade “OS CAVALEIROS DOS ZODÍACO’’, ainda neste primeiro semestre de 2016.
Com aproximadamente 289 lojas, a C&A é especialista em produtos do varejo de moda e serviços financeiros. A empresa se destaca na venda de roupas, acessórios, celulares e eletrônicos, traduzindo a moda no mundo todo para os gostos e preferências das brasileiras.
Fonte: Angelotti Licensing – Catharine Paulossi – (11) 3438-1698. EMT - Divulgação

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Netflix apresenta BEAT BUGS, a série infantil inspirada nos Beatles

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A Netflix, em parceria com as produtoras Grace: A Storytelling Company (Grace), Thunderbird e Beyond Screen Production, anunciaram hoje que a aguardada série infantil BEAT BUGS chegará à Netflix no segundo semestre. BEAT BUGS apresenta personagens originais em um universo criado por Josh Wakely, que escreveu, dirigiu e produziu a série após um acordo com a Sony/ATV Music Publishing pelos direitos de regravação das canções para esta produção.
BEAT BUGS utiliza canções do catálogo Lennon/McCartney da Northern Songs para contar histórias positivas e otimistas, repletas de esperança e melodia. Artistas internacionais, animadores e roteiristas se uniram para criar esta incrível série. Encantadores, engraçados e aventureiros, os personagens de BEAT BUGS estão sempre se envolvendo em confusão. Cada um dos cinco amigos (Jay, Kumi, Crick, Buzz e Walter) tem uma personalidade distinta, e todos retratam com encanto crianças adoráveis e cheias de energia. São cinco amigos que se unem para explorar e aprender sobre o imenso jardim onde vivem, que para eles é todo seu universo.
A série apresentará novas versões de algumas das canções mais conhecidas dos Beatles, atreladas à narrativa de cada episódio e interpretadas por Eddie Vedder, P!nk, James Bay, Sia, The Shins, Of Monsters and Men, Chris Cornell, Regina Spektor, James Corden e Birdy. Outras colaborações serão anunciadas nos próximos meses. Dentre as canções interpretadas, estão: Help!, All You Need Is Love, Come Together, Penny Lane, Yellow Submarine, Lucy In the Sky with Diamonds, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e Magical Mystery Tour.
“É muito raro ter em mãos uma série infantil tão original e tão perfeita para a Netflix”, disse Andy Yeatman, diretor de Conteúdo Infantil Original da Netflix. “Josh e sua equipe não apenas criaram um programa infantil fascinante repleto de lições importantes, mas também uma série que vai transcender gerações, fazendo com que pais e avós se divirtam ao lado de seus pequeninos”, complementou o executivo.
“Estou muito feliz em participar deste projeto do Josh”, disse Eddie Vedder. “É uma série infantil incrível, com uma animação linda e ótimas histórias. E, obviamente, algumas das melhores canções do mundo.”
Josh Wakely comenta: “Dar vida a BEAT BUGS na Netflix e ter essa plataforma para reimaginar canções tão adoradas para famílias do mundo todo é uma experiência emocionante e gratificante. Nossos parceiros foram fantásticos ao transformar o conceito em realidade, e este é um ótimo exemplo da perspectiva inovadora da produtora Grace.”
Este é o primeiro projeto da produtora independente de Wakely, a Grace: A Storytelling Company (Grace), que tem como sócio Trevor Roy, produtor executivo de BEAT BUGS. A premiada produtora Thunderbird também assina a produção, juntamente com a Beyond Screen Production. O estúdio Atomic Cartoons, do grupo Thunderbird, está trabalhando na animação da série.
Junto com o lançamento da série na Netflix, a Republic Records – principal selo de trilhas sonoras da indústria televisiva e cinematográfica – lançará a trilha da série em parceria com a Melodia. O renomado artista australiano Daniel Johns assina a direção musical da série, trabalhando com artistas e músicos na reinterpretação das canções. Esta é a primeira colaboração da Republic Records com uma série de animação infantil.
Sobre a Netflix
A Netflix é o principal serviço de TV por Internet, com mais de 75 milhões de assinantes em mais de 190 países assistindo a mais de 125 milhões de horas de filmes e séries por dia, incluindo séries, documentários e filmes originais. O assinante Netflix pode assistir a quantos filmes e séries quiser, quando e onde quiser, em praticamente qualquer tela com conexão à Internet. O assinante pode assistir, pausar e voltar a assistir a um título sem comerciais e sem compromisso.
Fonte: S2 Publicom – Roseanne Café – (11) 3027-0225. Visto no site: EPGrupo - EMT - Divulgação

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

O Show da luna - Sucesso na TV e 'made in Brazil', Luna é o fenômeno infantil da vez

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Personagem já está em 74 países, foi parar nas lojas e vai virar musical.
Marca 'O Show da Luna!' já foi licenciada para cerca de 30 empresas.
Célia Catunda, desenhista e 'mãe da Luna', novo fenômeno infantil (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Peppa Pig e Galinha Pintadinha que se cuidem. A Luna chegou e, em pouco mais de 1 ano, já se tornou o fenômeno infantil da vez. Criada pelos brasileiros Célia Catunda e Kiko Mistrorigo (os mesmos autores de "Peixonauta"), a série de animação "O Show da Luna!" é um sucesso na TV e aposta no mercado de licenciamentos.
Caso você ainda não conheça a Luna e não tenha ouvido o bordão e refrão "Eu quero saber!", saiba que se trata de uma menina apaixonada por ciências, cheia de perguntas, que tem um irmão chamado Júpiter e um furão de estimação chamado Cláudio (veja, no vídeo abaixo, a autora desenhando a personagem principal).
Lançado em 2014, o desenho já chegou a 74 países. No Brasil, a primeira temporada com 26 episódios é exibida pelo Discovery Kids, pela TV Brasil e pela TV Aparecida.
A segunda temporada de Luna, com mais 26 episódios, estreia na TV paga no dia 22 de fevereiro.
Segundo o Discovery Kids, a série terminou 2015 como líder de audiência do canal, no consolidado do ano, desbancando sucessos mais antigos como "Peppa" e "Doki", ainda que as diferenças de pontuação entre os programas mais assistidos sejam de apenas décimos.
A Kantar Ibope, que mede a audiência no país, não divulga ranking anual ou dos desenhos mais vistos da TV paga. Desde o final de dezembro, entretanto, o serviço passou a divulgar semanalmente os programas mais vistos no horário mais nobre. E Luna ficou no top 10 em 5 dos 6 últimos relatórios.
Segundo o último ranking, referente ao período entre os dias 18 e 24 de janeiro, "O Show da Luna" foi o 6º programa mais visto da TV paga no Brasil, ficando atrás somente das transmissões de futebol ao vivo (Sportv), de “Big Brother Brasil” ao vivo (Multishow), das sessões de “Peppa” (Discovery Kids) e dos filmes da “Sessão 10h noite” (Megapix). Luna superou na semana as audiências dos desenhos "Aventuras com os Kratts" (Discovery Kids) e "Titio Avô" (Cartoon Network).
Estreou primeiro nos EUA
A animação foi lançada, curiosamente, nos Estados Unidos, com a versão em inglês (“Earth to Luna”) sendo exibida pela primeira vez em agosto de 2014 na NBC, no retorno das férias de verão dos americanos. No Brasil, Luna entrou no ar dois meses depois, em 12 de outubro, no Discovery Kids, coprodutor da série. Na TV Brasil, está na programação desde agosto de 2015.

O BALÃO DA TURMA DO GABI - ANIMAÇÃO - MOACIR TORRES

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Cadê Bebê comemora seu primeiro ano com evento cultural

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O projeto, idealizado pelas profissionais da área de saúde Marganne Dubrule e Maya Nigri, nasceu com a proposta de disseminar a brincadeira livre para bebês de 6 meses a 6 anos e suas famílias, com a preocupação de unir o lúdico à educação e saúde física e emocional, visando o desenvolvimento saudável de cada criança. Para isso são utilizados diversos recursos, como jogos, oficinas e o convívio familiar e com outras crianças para garantir o bem estar de cada um.
Durante o evento aberto ao público no domingo, dia 31 de janeiro, todos os ambientes da casa foram transformados em espaços interativos, com instalações artísticas pensadas para toda a família. Além disso, o espaço recebeu a visita de cerca de 900 pessoas, entre elas clientes do Cadê Bebê, novos consumidores e vizinhos da região do Itaim e do entorno.
Entre as atrações culturais estiveram a apresentação teatral da peça “Tanto Mar”, onde a atriz Cris Miguel – do Baú de Histórias (programa da TV Cultura) – cantou músicas de Dorival Caymmi, e o show com a Banda Paralela – conhecida por resgatar as tradicionais bandas que tocavam em coretos.
Para os adultos, a sala interativa “Museudo brinquedo Retrô” certamente teve recordações da infância com a exposição de jogos e brinquedos que fizeram parte da história de cada um. Além disso, a área do terraço contou com comidinhas saudáveis e para todos os gostos dispostas em bikeFoods e foodTruck.
No espaço térreo, diversas marcas conhecidas apresentaram produtos disponíveis para compra no local, como livros, brinquedos educativos, e artigos diferenciados ligados à infância e família. São eles: Editora Jujuba (livros infantis), Bebêchila (bolsas infantis), Cabanas Bakanas, Universo Materno (cadeirinhas para bebês), Adcos (Cosméticos), Doog (carrinho de cachorro quente), Docinhos da Bia (docinhos de festa), Partiê Crepes, Chez Mom (cupcakes), Mustela (Cosméticos), Adcos (Cosméticos), Dona Mazza (Sorvetes), Sampa Sling (carregador para bebês), Toca Peteca Editora, Los Mendozitos, Pipó, Sufresh, Feel Good, Vigor, entre outros. O evento conta com apoio exclusivo da Tok & Stok.
SERVIÇO
Local: Cadê Bebê
Endereço: Rua Emanuel Kant, 175 A – Itaim Bibi – São Paulo
Estacionamento no local (Vallet cobrado à parte)
Fonte: VV4 Comunicação – Valeria Vargas – (11) 99286-0839.
Visto no site: http://www.epgrupo.com.br/. EMT - Divulgação

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Educar crianças para quê? Autora: Roberta Ecleide Kelly

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Nascemos sem estratégias, desamparados e integralmente dependentes. A humanidade chega ao bebê por volta dos três meses, ocasião do sorriso social – gesto de reconhecimento que atrai o cuidador para uma ação específica de permanência e alívio da tensão de existir sem instinto.
A falta de natureza impõe que sejamos feitos pelos outros e isso exige que a transmissão de cada detalhe se faça de modo minucioso, no miudinho, a cada traço cotidiano: educação.
É preciso, pois, educar as crianças. Nosso tempo (pós) moderno é infeliz ao tentar nos desobrigar desta tarefa – essencial para todos –, quando parece dizer: “Não precisa! Espera que depois aprende!”. Educar é necessário, não é fácil e nem pode sê-lo.
Pior: é chato. Dizer não, redizê-lo, tirar daqui e dali, retirar, orientar, repetir! Educar é ensinar o que deve ser feito para ter tempo e espaço de fazer o que se quer e gosta, e arcar com as consequências do feito.
Educar crianças é a tarefa mais importante da humanidade e não pode ser banalizada por ditames apressados como “criança é tudo de bom!”. Nem sempre é bom ser criança. O bom (que o adulto vê) está na inconsequência, na presumida liberdade das crianças. Ser livre é ser responsável pelos atos e felicitar-se com a capacidade de assumi-los. As crianças não são livres. Como, então, podem ser perenemente felizes?
A tolerância à frustração é aprendida na delicadeza das proibições, na aspereza dos limites. Sem ela, não suportamos a dor (física, das perdas, da saudade) nem a dificuldade, infelizmente onipresente, da convivência. É da tolerância cotidiana de nossos defeitos e achaques que podem brotar a flor da paciência, o fruto da aceitação.
Para que educar as crianças? Para dar-lhes a chance de aprenderem o quanto antes a difícil arte de conviver na dificuldade. Não se aprende a conviver melhor no passar das décadas. Aprende-se que é difícil, mas, com tolerância e paciência, vem a aceitação da dificuldade e do valor de se ficar junto, simplesmente isso.
Aprendemos, ao educar as crianças, que ficar junto é bom quando estamos em função dos outros – de todos nós, por todos e cada um. Educar é uma ocupação, uma ação que nos ocupa, diverte e compromete.
Por Roberta Ecleide Kelly, psicanalista, doutora em Psicologia Clínica, pós-doutora em Filosofia da Educação, coordenadora do NEPE. Informações do NEPE. Fonte: http://blog.leiturinha.com.br/. EMT - Divulgação

domingo, 7 de fevereiro de 2016

A grande influência da família no desempenho escolar dos pequenos

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O ano novo escolar começou… Seria ótimo se toda a família se reunisse em torno dos filhos para apoiá-los na educação.
Acontece que no início todo mundo se empolga com o retorno e/ou entrada dos pequenos na escola (ainda que com aquele aperto no peito de deixá-los longe por algumas horas), porém é natural que o entusiasmo diminuia ao longo do ano…
Para que isso não ocorra, existem medidas que a família pode tomar para não afastar o compromisso e o foco da educação. Isto significa fazer ajustes no estilo de vida das crianças.
A responsabilidade dos pais é fornecer as ferramentas para permitir que seus filhos se destaquem e alcancem seus objetivos. O que inclui a criação de um ambiente em casa propício para aprendizagem, um cantinho para prática dos estudos fora da sala de aula, com horário diário para leitura – momento em que os pais podem incentivar o hábito de ler desde cedo.
É no ambiente familiar que os pequenos continuam ampliando e aprofundando sua compreensão sobre o que acontece ao seu redor. Atitude e comportamento podem ser alimentados em casa. Numa atmosfera de amor e paz, os pais ajudam e muito na educação escolar dos pequenos.
A família são as bases do futuro de cada criança. Pais, cuidadores, avós e irmãos são modelos; as crianças se espelham em suas ações e são mais propensas a segui-los. Então mostre interesse na educação de seus pequenos e eles irão seguir por este caminho também.
Gaste tempo de qualidade junto dos pequenos, nada supera o tempo que a família passa com as crianças quando elas mais precisam!
Em meio às diferentes coisa que vêem, aprendem e sentem todos os dias, os pequenos precisam aprender a discernir o que é ou não saudável, partindo do que aprendem dentro de casa.
Mostre interesse no que seus filhos aprendem na escola e tenha tempo para ver os seus deveres ou tarefas e fornecer ajuda sempre que necessário.
As crianças também precisam completar a escola com atividades externas, como a leitura, por exemplo. A leitura incentiva as crianças a serem pensadores independentes e ter uma mente analítica. Elas também precisam de tempo para brincar e descansar. Proporcionar acesso a novos meios digitais com conteúdo próprio para a idade e que colaboram no desenvolvimento intelectual é uma excelente alternativa para entretenimento e aprendizagem ao mesmo tempo. Bom ano letivo a todos os pequenos!
Leiturinha oferece uma plataforma digital desenvolvida com carinho especialmente para os pequenos. São mais de 1000 livros e vídeos voltados para o público infantil  e só irão contribuir para seu desenvolvimento. Conheça a Leiturinha Digital!
Informações de Fiji Sun. Fonte: BlogLeiturinha. EMT - Divulgação

O autismo tem cura? - Luciana Mendina - Blog Leiturinha

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Há treze anos, quando meu filho foi diagnosticado com autismo, não havia muitas informações disponíveis sobre a doença, e as que existiam, não eram otimistas. Havia quase um consenso de que o autismo era incurável. Hoje, a situação é bem diferente.
Bernardo foi diagnosticado com autismo quando tinha um ano e onze meses, o que é considerado diagnóstico precoce (até os três anos), sendo que a maioria dos autistas no Brasil, infelizmente, recebe o diagnóstico bem mais tarde. É fundamental levarmos em consideração que o diagnóstico precoce pode ser o diferencial para a cura, assim como o tratamento médico e a inclusão social.
Há várias razões para esse diagnóstico tardio, mas uma das mais difíceis de se combater é o preconceito. Preconceito dos pais, dos familiares, da sociedade. Ter um filho com autismo soa como uma sentença. Uma sentença de morte em vida. Os pais ficam atordoados, desesperados, revoltados. Por que o meu filho?
Ao receber o diagnóstico de autismo do meu filho, eu passei por todas essas fases. Primeiro, tentei convencer o neuropediatra de que ele estava errado, citando ações, atitudes e feitos do Bernardo, como se ainda fosse possível modificar o diagnóstico.
Achei que o mundo se fecharia para o meu filho, que ele seria rejeitado a partir daquele momento. Achei que só eu poderia aceitá-lo e amá-lo do jeito que ele era. O diagnóstico martelava em minha cabeça. Só pensava no que significava ter um filho com autismo, o que o futuro reservava para ele e para a minha família – sua irmã, Maria Júlia, e meu marido, Hector.
Que futuro o Bernardo teria? Eu não sabia nada sobre o autismo. Só o que via na televisão. Mas de uma coisa eu tinha certeza: queria ver de volta o sorriso no rosto do meu filho. Bernardo não sorria mais, não parecia feliz, não parecia estar vivo. Estava distante de tudo e de todos. Era muito angustiante. Eu só queria que ele fosse feliz, que brincasse, que tivesse prazer na vida.
O meu desespero era tamanho que passei alguns dias chorando, tentando entender de quem era a culpa. Agora sei que não há culpados e que procurar culpados, além de ser inútil, pode afastar as pessoas de quem você mais precisa, como sua família e seu marido.
Apesar de devastada com a notícia, eu não neguei o diagnóstico. Negar a doença é perder tempo precioso. Tempo que não volta mais.  Muitos pais tentam se convencer de que os sintomas do autismo passarão com o tempo – e sozinhos – sem qualquer intervenção médica, o que só prejudica ainda mais a criança, que deixa de ter tratamento adequado, o que poderia evitar que a doença se instalasse e, quem sabe, que ela fosse curada.
Sim! O autismo pode ter cura. Foi isso que aprendi ao longo desses treze anos. Meu filho está curado. Graças ao diagnóstico precoce, ao tratamento psicanalítico e à inclusão social, Bernardo, hoje com 15 anos, estuda em um colégio particular regular, faz judô (ganhou uma medalha de prata e outra de ouro), tirou várias notas 10 em seu último boletim, adora Ciências e pretende ser biólogo.
Embora haja graus para o autismo, o que chamamos de Espectro Autista, e seja bem mais difícil conseguir melhoras nos casos severos, não sabemos ainda até onde eles chegariam caso o diagnóstico fosse precoce, caso os pais procurassem tratamento o quanto antes para seus filhos e caso essas crianças tivessem acesso a colégios regulares, convivendo lado a lado com outras crianças, trocando experiências e participando de brincadeiras próprias de suas idades. Mas de uma coisa tenho certeza: enquanto não tivermos o diagnóstico precoce, não teremos essa resposta! Autora: Luciana Mendina. Veja o texto completo AQUI. EMT - Divulgação

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

TV - ABZ do Ziraldo - TV Brasil

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No próximo programa, o Menino Maluquinho conta a história A Faxina. Em seguida, a companhia teatral Os Ciclomáticos Companhia de Teatro apresenta o espetáculo Antes que o Galo Cante.
Ziraldo entrevista a ilustradora e professora de Artes e Design Luciana Grether Carvalho.
O Coral Maluquinho, regido pelo Maestro Ronald Valle, finaliza o programa com a música Por Causa de Você.
Todo domingo, às 13:30 na TV Brasil!

Oscar - Animação brasileira 'O menino e o mundo' concorre ao Oscar 2016

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Quer uma dica de filme bem legal para assistir com os pequenos? Lá vai esta com direito a tapete vermelho…
‘O menino e o mundo’ é o primeiro filme a representar o Brasil na categoria animação do Oscar. O filme nacional, dirigido por Alê Abreu, concorre com o americano, também incrível, ‘Divertida Mente’.
O enredo gira em torno de um menino que sofre com a partida do pai e decide partir em sua busca pela cidade.
A cerimônia de premiação acontece em 28 de fevereiro. Enquanto aguardamos o resultado do Oscar, vale conferir e se deliciar numa história sem diálogos concretos, com traços simples e reflexões profundas dentro de um enredo de se emocionar. É encantador. Em todos os sentidos.
Informações de G1. Visto no blog.leiturinha. EMT - Divulgação